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segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

JULIANOonTheROAD.com registrado

Era pra ser JulianoSobreRodas.com.br (cheguei até a registrar) mas daí me caiu a ficha que ficaria melhor On The Road – JULIANOonTheROAD.com – assim mesmo, em maiúsculas e minúsculas, para ficar visualmente mais fácil de ler (e também para não confundir os dois ós). E eu não precisei alterar quase nada do logo (e claaaaaaro que tem inspiração no On The Road do Kerouac).



quinta-feira, 30 de novembro de 2017

Prezados(as) proponentes

Informamos que na reunião da CAS do dia 26 de julho de 2010, ata nº 22/2010 foram encerrados os projetos abaixo relacionados, não havendo nenhuma pendência com este fundo:

Edital 1/2006
Projeto O Atirador
Proponente Juliano Santos Verardi
Data de encerramento 19 de julho de 2010

Abraços
Maureen Mandelli Corrêa
FUMPROARTE / Secretaria Municipal da Cultura
Web: www.portoalegre.rs.gov.br/fumproarte

Semana passada, na cadeira de Laboratório de Museografia, tivemos uma aula rápida sobre como fazer projetos para captação de recursos. Só agora, na finaleira do curso de Artes Visuais, quando na verdade essa aula deveria ocorrer no máximo no 3º semestre.

Muitas das tabelas usadas na apresentação eram do FUMPROARTE, e da mesma época em que eu ganhei financiamento para o curta-metragem O Atirador, lá em 2006.

Não tenho a mínima idéia de como anda o Fundo hoje em dia, quase 12 anos depois. E, por puro acaso, eu achei nos rascunhos daqui do blog um texto que eu escrevi na época em que recebi a confirmação de encerramento do projeto junto à Prefeitura de Porto Alegre e ao FUMPROARTE, isso em 2010. Achava que tinha deletado o texto mas não, ele tava ali, esperando para ser publicado. Então tô postando e, claro, atualizando algumas coisas e corrigindo alguns erros.

Foram 6 anos envolvidos com o projeto do curta-metragem O Atirador, desde o 1º tratamento do roteiro, em 2004, até agosto de 2010, quando recebi o e-mail de finalização. É bem verdade que para mim tudo acabou mesmo em agosto de 2009, com o lançamento; e que de março a agosto de 2009 o meu trabalho mesmo foi inscrever o curta-metragem em festivais (foi exibido em 9).

Não foi apenas culpa minha a demora na conclusão; vários outros projetos, mais antigos até, também tiveram suas conclusões decretadas somente naquele ano.

Mas também foi muito culpa minha. Quando saiu o resultando do edital 1/2006 do Fumproarte eu ainda estava finalizando o Coisas de Casais I. Uma coisa de cada vez: solicitei ao Fundo para que pudesse começar a captação somente no início de 2007. Fui atendido. Mas aí tinha o problema da estação: eu queria que O Atirador se passasse no inverno. Mais uma solicitação de adiamento, mais uma vez atendido. Só iniciamos a captação das imagens em junho de 2007, mais de um ano depois do resultado positivo de financiamento para o roteiro.

Antes de iniciar a captação eu ainda solicitei várias alterações, todas atendidas pelo Fundo: alteração da câmera (no projeto era uma MinDV mas captamos as imagens em uma HD, uma ótima troca - e o valor a mais ficou por conta do meu bolso, e foi um rombo tão doloroso quanto acertado – já pensou captar em uma MiniDV do 14º de um edifício?

Fomos facilitados em muito pela Lumiere, empresa onde locamos a câmera. Era um equipamento novo em Porto Alegre e, se não me engano, só o filme A Valsa para Bruno Stein havia utilizado ela.

E como o maior problema era (e acho que sempre será) dinheiro – já que o valor que eu havia solicitado ao Fundo era realmente sub-orçado –, tivemos que fazer alguns pequenos milagres. Mas com o CC1 os milagres foram mais sofridos ainda então, para mim, era uma maravilha ter dinheiro para rodar o meu 2º curta-metragem, ainda que fosse a metade do necessário.

O valor foi sub-orçado porque anteriormente outros projetos meus haviam recebido reclamações por serem caros demais. Fiz o óbvio, cortei muita coisa. Mas é ruim ter que fazer isso, especialmente quando se sabe que o que está sendo cortado sairá do próprio bolso ou – pior – da qualidade do produto final. Audiovisual, mesmo digital, sempre será uma área cara. Não tem como ser diferente, não adianta comparar o valor de um filme com o quilo do arroz e do feijão. Embora arroz e feijão sejam mais importantes.

O Atirador foi o 3º projeto que eu inscrevi naquele concurso; dei total prioridade para outros dois (um deles era o Sabedoria de Banheiro e o outro, se me lembro bem, era o Uma Noite, que era pra ser o Coisas de Casais II). Só coloquei O Atirador porque sobrou tempo – fiz o projeto na madrugada anterior ao encerramento das inscrições.

E, se não me engano, aquele foi o último ano em que o Fundo permitiu mais de um projeto por proponente. Eu devo ter parte da culpa já que inscrevia três projetos por edital.

Quem já foi a uma reunião final do Fumproarte sabe o nervoso que dá, e quem ainda não conhece o sistema fica realmente perdido – ao menos eu fiquei. Quem estava lá e que foi me dizendo o que estava acontecendo foi o Gustavo Spolidoro. Eu havia acabado de fazer um curso de produção de curta-metragem com ele na ESPM e imagino que para ele devia ser legal ver um dos 20 alunos ali com um projeto ali, prestes a acontecer. Eu só entendi que O Atirador havia ganhado o financiamento quanto ele bateu nas minhas costas e disse "aê, Juliano, parabéns!". Eu tava tão sem saber o que pensar que nem agradeci.

E como tudo acaba, em 19 de julho de 2010 o curta-metragem O Atirador também acabou, e com ele toda aquela fase de querer trabalhar com cinema (mas que foi o que mais tarde me motivou a ir pro Instituto de Artes e a fotografia).

Foi bom enquanto durou, mas ainda bem que acabou.

Mas o site CinemaElefante.com.br continua no ar. Afinal, nunca se sabe quando pode sair outro filme.

terça-feira, 27 de junho de 2017

The 100 Greatest Metal Albums of All Time

        

E então a Rolling Stone fez uma lista com os 100 melhores álbuns de heavy metal de todos os tempos. E o Judas Priest está com três lá: Stained Class na 43ª, Screaming for Vengeance na 12ª e British Steel na 3ª posição. Uau. Por essa eu não esperava MESMO. Mas... cadê o PAINKILLER?

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Não sou fã de heavy metal, sou fã do Judas Priest. Eu gosto de heavy metal, mas meu estilo é mais o rock mesmo. Até porque o Judas Priest, apesar de ser uma banda de heavy metal, não é heavy metal em todos os álbuns: Rocka Rolla (1974), Killing Machine (1978), British Steel (1980), Point Of Entry (1981), Turbo (1986) são mais rock do que qualquer outra coisa.

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Mas o Painkiller É HEAVY METAL. Se alguém quiser explicar o que é o estilo, é só botar a música Painkiller pra tocar. Simples assim. Ok, Paranoid e inúmeras outras são mais importantes. Mas nenhuma define melhor o estilo do que a Painkiller.

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Painkiller só não é um álbum perfeito porque o baixo é inaudível.

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A primeira vez que eu ouvi a música Painkiller foi num clipe na falecida MTV, em 1991. Achei uma merda e tive a certeza absoluta que jamais gostaria de um bando de malucos vestidos de couro pulando e gritando. Na época eu gostava de Information Society. Hoje eu gosto de Information Society e Judas Priest (bota aí no liquidificador também Black Sabbath, Rory Gallagher, The Who, Titãs, Raul Seixas, Helloween, Madonna, Rammstein, Fight, Two, Mutantes, Killing Joke, Mercyful Fate, Lenny Kravitz, Queens Of The Stone Age, Moby, Devin Townsend, Jimi Hendrix, Human Beinz, Bruce Springsteen, Prodigy, PIL, Wander Wildner, Tame Impala, Gun, New Order, Placebo, King Diamond e mais um monte de coisa).

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Painkiller foi lançado em 1990 e o Rob Halford, o Glenn Tipton, o K.K. Downing e o Ian Hill já estavam pelos 40 anos. O Scott Travis era um guri, com 29. Lembro que em 91, durante o Rock In Rio II, um amigo meu chamou eles de os vovôs do metal (a gente tinha 15 anos). Agora, em 2017, o Judas Priest se prepara para lançar o 18º álbum da carreira (sem contar os ao vivo e os solos). O Glenn Tipton, que é o mais velho, está com 69 anos.

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Esse mesmo amigo insistiu pra me gravar uma fita com algumas músicas do Judas Priest. E foi aí que tudo começou.

quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

Usted esta mijando aquí


foto da Alixandrino

domingo, 25 de dezembro de 2016

e o mini-ensaio da Samantha

Aproveitei o dia off na Praia da Capilha pra fazer um mini-ensaio. Foi de celular mesmo, já que eu não levei a minha 5D (sim, me arrependi de não ter levado, essas fotos teriam ficado muito melhores com ela e a 50mm). Mas fiquei contente com o resultado. A Samantha também. Cada um aproveita o natal como gosta.

O link para todas as fotos está logo abaixo desta, mas esteja avisado de que o conteúdo é impróprio (NSFW).


quinta-feira, 18 de agosto de 2016

ativismo

sexta-feira, 15 de julho de 2016

sábado, 7 de maio de 2016

segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

então tá


deve ser por causa das fotos das Marchas das Vadias, como essas aí de baixo:




seios são perigosos mesmo.